quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Como aumentar as visitas em seu site ou blog rapidamente



É claro que existem muitas outras formas e sites agregadores de links que podem te trazer muitas visitas mais os sites, redes sociais e agregadores de links que irei mensionar aqui são os que mais trazem vizitas ao meu blog. O google continua sendo uma grande fonte de tráfego para sites e blogs desde que você tenha um bom conteudo e uma boa otimização de sites que requer algum entendimento em seo, é claro que recebo muitas visitas do google mais a maior fonte de tráfego do meu blog vem dos sites, redes sociais e agregadores de links que irei listar abaixo, lembrando que o google vem em primeiro lugar até o momento pois comecei a enviar meus links para agregadores a uns 4 meses e me surpreendi (principalmente) com o número de visitas que recebi do ocioso, UEBA, link irado e outros. Veja os 10 links

sábado, 25 de setembro de 2010

As cores mais usadas na internet


Você sabe quais são as cores mais usadas pelas empresas virtuais? Um estudo recente realizado pela empresa DesignTaxi demonstra que as principais empresas tem enorme predileção pela cor azul. Como por exemplo o Facebook, Linkedin, Twitter, entre outras. Porém, existem empresas que abusam das cores e muitas vezes misturam vários tons em suas logomarcas, como por exemplo o Google, veja o gráfico:


sábado, 18 de setembro de 2010

Impressora de Espumas


Quando pensamos que tudo, ou quase tudo já fora inventado, somos surpreendidos, é isso mesmo. Em Berlim acontece anualmente a maior e mais antiga feira de tecnologia e eletrônicos da Europa, a IFA. E foi lá que apresentaram essa linda impressora de espuma que não parou um segundo de criar e soltar nuvenzinhas de publicidade pelo céu. Deu até vontade de ter uma...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Google Me - A nova rede social do Google


Agora é pra valer, na conferência Google Zeitgeist nesta semana, o CEO da empresa, Eric Schmidt, confirmou que a empresa vai lançar um novo serviço social, internamente chamado de Google Me, até o final do ano. Eles basicamente querem dar um forte impulso social na sua web.

Schmidt não ofereceu muitos detalhes sobre o serviço, de acordo com o Wall Street Journal, mas parece que, em vez de de um centro social como o Facebook, o Google Me vai se centrar em adicionar componentes sociais a serviços existentes do Google. No YouTube, por exemplo, você pode ser alertado quando amigos seus estiverem vendo o mesmo.

O WSJ também menciona que o Google está avançando com o Zynga para permitir a seus usuários jogar os games sociais mais populares, como Farmville e Mafia Wars, em uma plataforma que não o Facebook. Em julho, o TechCrunch reportou que o Google havia investido na surdina cerca de US$100 milhões na empresa de jogos sociais.

Outras partes do artigo do WSJ mencionam vagamente um esforço de linkar os serviços do Google com o Twitter e o Flickr.

Claro, as notícias de que o Google está estendendo seus tentáculos para as redes sociais não estaria completa sem uma frase meio medonha. Falando sobre a esperança que o Google tem de acessar as listas de contatos de quem usa o Facebook para construir o Google Me:

"A melhor coisa que poderia acontecer seria o Facebook abrir seus dados", disse Schmidt. "Se isso não acontecer, há outras formas de se conseguir essa informação." Ele se negou a ser mais específico.


domingo, 12 de setembro de 2010

Que tal controlar seu computador à distância através do Twitter?


Você é daqueles que sempre esquece o computador ligado quando sai de casa? Ou então gosta de fazer o download de algum filme pesado e deixa o PC trabalhando enquanto sai para algum lugar? Então o que acha de desligar a sua máquina ou enviar comandos para que ela realize tarefas específicas, mesmo que você esteja distante? Já existiam várias maneiras de controlar computadores remotamente, a novidade é que, agora, dá para fazer isso usando o Twitter!

Esse programinha aqui, o Tweet My PC, é quem faz a mágica. Basta fazer o download e instalá-lo na sua máquina. Aí você fornece o seu login do Twitter, uma conta de e-mail e pronto. Depois é só clicar em Save and Hide. Bom, se você está na casa da sua namorada ou no meio do trânsito e lembrou que deixou o computador ligado na sua casa, faça o seguinte: entre no seu Twitter e digite o comando Shutdown. Mais ou menos um minuto depois o seu PC será desligado. Quer apenas reiniciar o computador? Então tuíte Restart e pronto!

Se você quiser abrir algum programa remotamente também é possível. Para isso, vá em Settings e, em seguida, Custom Commands. Lá você vai selecionar o programa e adicionar um comando para abri-lo. Por exemplo, "Abrir BitComet". Quando você tuitar essa ordem do celular, o software automaticamente será inicializado no seu PC. Super simples! Gostou? Então visite o site e veja o link

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Contador de Mídias Sociais

Que as mídias sociais estão em alta já não é mais novidade, as mídias sociais são responsáveis pelo grande crescimento do uso da internet e colaboram muito com a inclusão digital.
Gary Hayes desenvolveu um aplicativo muito interessante, que apresenta em tempo ral estatísticas atualizadas segundo a segundo sobre o crescimento das mídias sociais. O aplicativo foi inspirado por dois outros contadores, o The Goddess of Social Media Laurel Papworth e o Rise & Rise of Social Media presentations, este último também de Gary.
É possível visualizar as estatísticas a partir do momento atual e também do último dia, da última semana, do último mês e do último ano. O contador também trás dados sobre games e mobile. Faltou criar um contador para Construção de websites publicados diariamente, os números também seriam exponenciais.








Veja Algumas estatísticas

O site do contador ainda fornece uma extensa lista de estatísticas sobre mídias sociais, mobile e games. Veja alguns dados abaixo:

  • 2 milhões de iPads vendidos nos primeiros dois meses (Junho de 2010, Guardian)
  • Um novo membro no LinkedIn a cada segundo (Junho de 2010, MktCharts)
  • 1,4 bilhões de músicas vendidas no iTunes entre Setembro de 2009 e Fevereiro de 2010 (Wikipedia iTunes tracking)
  • 300.000 novos usuários no Twitter diariamente (Abril de 2010, TechRadar)
  • 3,5 bilhões de conteúdos compartilhados por semana e 2,5 bilhões de uploads de fotos por mês no Facebook (Fevereiro de 2010, eConsultancy)
  • 25 milhões de novos membros no Facebook a cada mês (Fevereiro de 2010, Mashable)
  • 50 milhões de Tuitadas por dia (Fevereiro de 2010, eConsultancy)
  • 1 bilhão de pessoas assistindo o Youtube por dia (Dezembro de 2009, SMH

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sete profissões de risco em tecnologia






Como serviços de TI põem a vida de profissionais na linha de tiro, literalmente.

No mundo da TI existem algumas ocupações que são bastante arriscadas. Pode ser o seu nível de stress psicológico ou até a sua vida que estão em jogo. Este ambiente definitivamente não é para os fracos. Alguns profissionais desse segmento fazem qualquer coisa por uma boa dose de adrenalina; são capazes de escalar torres de comunicação com centenas de metros de altura. Outros se expõem apenas a danos de ordem emocional quando se propõem a consumir conteúdo de qualidade duvidosa na internet.

Junto com a taxa de emprego, caiu também o número de mortes nos ambientes de trabalho. Mas existem países, principalmente os em desenvolvimento, em que as condições trabalho no segmento tecnológico beiram ao desumano.

1. Moderação de conteúdo da internet

Pense em tudo aquilo que você mais detesta encontrar na web. Imagens de pedofilia, cadáveres e outras imagens chocantes. Agora imagine uma situação em que deve olhar para esse tipo de conteúdo das 9h às 17h todos os dias. Esse é o trabalho dos moderadores de conteúdo na internet, pessoas pagas para filtrar esse tipo de material para que você não seja exposto a fotos de gosto duvidoso em pop-ups por toda a web. A demanda por esse tipo de serviço cresce constantemente à medida que surgem mais e mais servidores de imagens pela internet que oferecem a opção de envio de imagens a partir de dispositivos móveis.

“Certamente não é um emprego para qualquer um”, diz a vice-presidente de operações da Caleris, empresa de prestação de serviços no segmento de TI, Stacey Springer. Sediada no estado de Iowa, nos EUA, os 55 funcionários da organização avaliam até 7 milhões de imagens todos os dias a pedido de mais ou menos 80 clientes. “Os níveis variam daquilo que muitos podem achar ofensivo. Existem pessoas que não querem ver imagens de crianças em situações que podem ser delicadas, ou, ainda , animais sofrendo crueldades”.

Os empregados da Caleris têm direito a acompanhamento psicológico, mesmo assim há determinadas ocasiões bastante traumáticas.

2. Montagem de equipamento elétrico

As redes de segurança que cercam os dormitórios em uma fábrica de componentes eletrônicos são uma lembrança amarga de pessoas que se atiraram em direção à morte desde janeiro. Um funcionário de 25 anos, que mais tarde viria a tirar a própria vida, foi supostamente agredido por diversas vezes na fábrica de Hon Hai, depois de perder um protótipo do iPhone4 no ano passado.

Basta lembrar do hollywoodiano esquema de segurança que cercou o lançamento do iPhone4 da Apple para imaginar a pressão a qual são submetidos os fornecedores desse gadget. A Foxconn, fabricante de dispositivos como o iPad, iPhone e outros dispositivos eletrônicos da Apple, da Dell e da HP já foi várias vezes acusada de manter a fábrica funcionando em regime e em condições subumanas. Por mais complexa que tenha sido a cadeia de eventos que culminou com o suicídio do funcionário, os grupos de direitos humanos já criticavam organizações como fabricante de produtos Apple e outras companhias de criar ambientes extremos em que trabalham jovens, em sua maioria, oriundos de áreas rurais.

Para enfrentar a onda de suicídios, a Foxconn promete realizar avaliações psicológicas com os funcionários e tenta reverter o moral da empresa com manifestações. A empresa quer, ainda, expandir o quadro de funcionários dos atuais 900 mil empregados para 1,3 milhão no ano que vem.

A pressão psicológica não é a única evidente. Várias ONGs de direitos humanos se ocupam com as denúncias de suposta exposição a elementos radioativos em fábricas de microchips e de LCDs para a Samsung.

3. Manutenção de cabos de internet submersos

A rede de cabos que atravessa oceanos é responsável por conectar as pessoas em diferentes continentes. Contrário ao que se pensa, são esses cabos e não os satélites que respondem por 99% da conectividade da internet mundial. E alguém tem de ir até o fundo do oceano para realizar a manutenção desse cabeamento cada vez que um terremoto ou uma âncora errante danifica a rede.

Existem aproximadamente 70 navios posicionados ao redor do mundo para realizar essa tarefa. Algumas equipes estão ativas 24 horas por dia. Com times compostos por até 50 profissionais de diferentes atribuições, como engenheiros e operadores de robôs, essas equipes passam semanas e até meses em alto mar.

De maneira semelhante à profissão de pescador de caranguejos no mar do Alasca, os mergulhadores e outros empregados dessas embarcações também vivem expostos aos decks escorregadios e aos atos divinos.

4. Escalar torres de comunicação

Nos EUA aproximadamente 11 mil pessoas instalam em mantém funcionando as torres de comunicação que respondem pela rede de telefonia celular. Em 2006 houve 18 mortes no cumprimento das funções de técnico. O Occupational Safety and Health Administration (uma espécie de departamento do Ministério do Trabalho) definiu a ocupação de manutenção das torres como o trabalho mais perigoso em 2008.

“É definitivamente o trabalho mais perigoso se avaliarmos o fato de ser uma ocupação bastante segmentada”, diz o presidente do portal Wirelessestimator.com, Craig Lekutis.

A indústria fez avanços, mesmo assim, qualquer trabalho que envolva escalar até grandes altitudes pode ocasionar acidentes.

Em meio a onda de construção de torres para abastecer as redes 3G e 4G, Lekutis estima que existam cerca de 250 mil torres que precisam de reparos de alguma natureza.

5. Reciclagem “pirata” de insumos eletrônicos

Cada vez que, nos EUA, alguém envia um computador velho ou um monitor antigo para ser reciclado, é mais provável que o equipamento vá parar em algum ferro velho do outro lado do mundo, que ser desmontado de maneira segura em uma empresa especializada. Não é raro que hardware antigo viaje por meio mundo até chegar aos países em desenvolvimento na Ásia e na África.

Muitas pessoas alimentam esperanças de conseguir algum trocado raspando componentes que contenham ouro, prata e outros metais preciosos nos circuitos integrados. Nesse processo as pessoas podem entrar em contato com fontes de radiação e/ou tóxicas, como chumbo, cádmio, berílio, mercúrio e materiais anti-incêndio. Outras maneiras de contaminação são a submersão de placas de circuitos integrados em ácido e derreter fios de PVC na busca por cobre.

Mas não é só em ferros-velhos de países em desenvolvimento que essa rotina de quebrar monitores acontece. Em determinadas prisões dos EUA, os internos são expostos a elementos perigosos para a saúde em operações de reciclagem de lixo eletrônico; trabalho pelo qual recebem entre um centavo e 1,25 dólares por hora.

6. Minas em áreas de conflito

O Leste do Congo, na África, produz boa parte dos componentes responsáveis por manter equipamentos eletrônicos funcionando. A região tem reservas de tântalo, usado em capacitores, estanho para a solda em circuitos integrados, tungstênio para fazer os celulares vibrarem e ouro, usado na conexão de componentes. Apesar de todas essa riqueza natural, um contingente estimado em centenas de milhares de pessoas trabalham em condições subumanas na extração desses materiais.

De acordo com o grupo de direitos humanos Global Witness, é provável que cada aparelho eletrônico – de laptops a smartphones – contêm minerais de origem de áreas de conflito. Quem dá a informação é o pesquisador Sasha Lezhnev, que integra a organização.

“É bastante parecido com a questão dos 'diamantes de sangue'. Várias pessoas vasculham o leito de rios com as mãos enquanto outras literalmente “comem” montanhas inteiras. Ao saírem das minas, são recebidos por crianças armadas com AK47 que coletam parte do que é retirado pelos mineiros”, diz.

Nenhuma empresa fabricante dos dispositivos foi capaz de comprovar que não usa o produto dessas extrações em sua linha de equipamentos. Mas há organizações que caminham em direção a isso, como a Intel e a Motorola.

7. Infraestrutura em zonas de guerra

Realizar tarefas perigosas em áreas tranqüilas já é arriscado, agora calcule ter de realizar isso em zonas de guerra. Estar em cima de uma torre de comunicação já é arriscado; subir uma estrutura dessas e estar na mira de um possível atirador de elite só piora a tarefa.

Não é sabido quantas vítimas o segmento de TI faz em zonas de guerra. Segundo o iCasualities Website, entre os aproximadamente 6700 mortos que compunham parte das forças de coalizão em diversas partes do mundo, não estão discriminadas as mortes de profissionais de TI.

Mas, de acordo com um levantamento realizado em 2009, pelo menos três de 533 funcionários de empresas terceirizadas para dar conta de diversos serviços no Iraque eram do segmento de TI.

sábado, 4 de setembro de 2010

Por que a tecnologia é tão viciante, e como evitar o cansaço tecnológico


Nós vivemos rodeados por gadgets que exigem a nossa atenção, constantemente fragmentando nossa capacidade de manter o foco no que precisamos fazer. Mas conviver com a tecnologia não significa que precisamos viver um vício. Este texto é sobre como vencer o cansaço tecnológico.